Marcamos presença na Olimpíada Brasileira de Robótica (OBR), realizada no último sábado, dia 23 de setembro, que reuniu mais de 50 equipes em diversas modalidades, dentre elas: estreante, escola pública, escola privada, robustez, inovação, design, dedicação, programação e maker. Equipes Competidoras da OBR Alunos de diversas instituições estavam presentes, super concentradas, conferindo cada detalhe de seus robôs, lendo e relendo códigos, não deixando passar sequer uma falha, pois sabiam que poderia ser “fatais”, colocar todo o projeto e estudo a perder.
“A inserção da robótica nas escolas, desde o ensino fundamental, se tornou nos últimos anos uma ferramenta de auxílio importante no ensino de disciplinas do eixo das ciências exatas que, comumente apresentam grande resistência e dificuldade de aprendizado entre os alunos.” [Edilson Ponciano de Lima]
Todo ano a OBR traz novos desafios aos seus competidores, com provas cada vez mais difíceis, alcançando ano a ano, o principal objetivo da olimpíada que é de “desafiar cada aluno a superarem seus limites” e quem esteve presente no evento este ano, pôde perceber algumas mudanças que deixaram alguns alunos em “maus lençóis”, assim como transeuntes com a pulga atrás da orelha, se perguntando por exemplo o que eram aqueles círculos laranjas espalhados pelas arenas? Essa, sem sombra de dúvida foi uma das mudanças curiosas na competição, os marcadores de percurso. Marcadores de Percurso
Marcadores de Percursos são sinalizadores laranjas que indicam o início e fim de um percurso. O marcador não poderá ser colocado na primeira reta de saída do robô e caso tenha mais de um marcador, eles devem estar a uma distância linear mínima de mais de 50cm de trajeto entre si. Uma vez iniciada, a posição dos marcadores de percurso não podem ser alteradas. “O marcador de percurso só é considerado superado quando o robô passar completamente do local que foi posicionado”.
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